
Veia cava no paciente em ventilação mecânica: dá para confiar?
Neste artigo
Na UTI, um dos temas que mais geram dúvidas e discussões à beira do leito é a avaliação da veia cava inferior (VCI) ao ultrassom, sobretudo no paciente em ventilação mecânica. Podemos usar o diâmetro e a variabilidade da VCI para estimar a pressão do átrio direito (PAD)? Podemos utilizar esses dados para predizer fluidoresponsividade? É isso que vou tentar esclarecer ao longo deste artigo, sempre com base na melhor evidência científica.
Como a ventilação mecânica influencia a veia cava (fisiologia)
A veia cava inferior é um vaso de parede fina e complacente, que muda de calibre a cada ciclo respiratório conforme varia a pressão intratorácica. O que diferencia o paciente em ventilação mecânica do paciente em respiração espontânea não é a ausência dessa variação, mas o seu sentido.
Na respiração espontânea, a inspiração rebaixa o diafragma e gera a pressão negativa que traz o ar para dentro dos pulmões. Quando a pressão intratorácica cai, a pressão do átrio direito cai junto: o gradiente entre o abdome e o tórax aumenta, o retorno venoso aumenta, o átrio direito recebe mais sangue e a veia cava colaba na inspiração. Foi nesse cenário, e só nele, que a estimativa clássica de PAD pelo diâmetro e pelo grau de colapso inspiratório foi construída.
Na ventilação mecânica com pressão positiva, o mecanismo é exatamente o oposto. O ventilador empurra o ar para dentro dos pulmões, a pressão intratorácica sobe, parte dela é transmitida ao átrio direito e a PAD sobe junto. Nessa fase, o retorno venoso diminui, o sangue se acumula a montante e a cava extratorácica distende na inspiração. O diâmetro fica máximo na insuflação e mínimo na expiração. Portanto, a variação da VCI não fica só menos confiável: ela muda de direção, e um índice definido como percentual de colapso inspiratório não se aplica.
Aqui vale uma observação sobre o tipo de ventilação mecânica de que estamos tratando. O raciocínio acima vale para a ventilação com pressão positiva em paciente sedado e sem esforço respiratório próprio, que é a condição dos estudos discutidos adiante. Quando o paciente dispara o ciclo, ele gera pressão negativa antes de o ventilador entregar o volume, as duas mecânicas se misturam e a premissa deixa de valer. Respiração espontânea, com ou sem suporte pressórico, não é o cenário deste artigo.
Posso estimar a PAD no paciente em ventilação mecânica?
A inversão não é só o argumento de fisiologia descrito acima: ela foi avaliada em um trabalho realizado há mais de trinta anos. Jue, Chung e Schiller estudaram 49 pacientes em unidade de terapia intensiva e unidade coronariana sob ventilação com pressão positiva (PEEP 6 ± 4 cmH2O), com a PAD média aferida simultaneamente por cateter venoso central ou de artéria pulmonar1. O resultado é direto: o diâmetro expiratório se correlacionou fracamente com a PAD (r = 0,58), e a variação inspiratória do diâmetro praticamente não se correlacionou com nada (r = 0,13).
O dado que mais incomoda está no corpo do estudo: 19 dos 49 pacientes aumentaram o diâmetro da cava na inspiração, em até 36%. Ou seja, em mais de um terço da amostra o “índice de colapsabilidade” foi negativo, porque a veia distendeu em vez de colabar. Calcular percentual de colapso nesse cenário não produz um número impreciso, produz um número sem significado.
E não é só um estudo antigo dizendo isso. A ASE, em sua diretriz Guidelines for the Use of Echocardiography as a Monitor for Therapeutic Intervention in Adults2, é explícita: o colapso da cava simplesmente não ocorre sob ventilação com pressão positiva na inspiração, devido à redução do retorno venoso, e por isso ele não deve ser usado para monitorar a pressão do átrio direito nesse cenário.
O mesmo vale para o índice de colapsabilidade. Barbier e colaboradores, que estudaram a veia cava justamente como preditor de resposta a volume, registram que esse índice deixa de valer sob pressão positiva, porque o diâmetro passa a ser máximo na inspiração e mínimo na expiração3.
Existe uma exceção que vale a pena mencionar: uma veia cava de 12 mm ou menos, medida na fase expiratória (o menor diâmetro em ventilação mecânica), previu PAD de 10 mmHg ou menos em 100% dos casos, com especificidade de 100% e sensibilidade de apenas 25%1. Acima de 12 mm, o próprio artigo escreve que o diâmetro não tem valor preditivo. Ou seja, é um achado útil para descartar PAD alta quando a cava está fina, e inútil no restante, que é onde a maioria dos pacientes cai.
Atenção ao conferir esse corte na fonte. A diretriz de coração direito da ASE de 2025 cita esse trabalho, na página 160, como sendo um diâmetro de cava de 2,1 cm ou menos no paciente intubado4. Esse é o ponto de corte da respiração espontânea, escrito parágrafos antes na mesma página: o estudo original publica 12 mm, e a diretriz de 2010 cita o número certo5. Vale a conferência na fonte primária antes de levar qualquer um desses cortes para o laudo.
Posso prever fluidoresponsividade com a veia cava?
Aqui a ventilação mecânica com pressão positiva deixa de ser o problema e passa a ser o instrumento. O ventilador aplica a mesma carga a cada ciclo, com volume previsível e sem a variação de esforço de quem respira sozinho. É essa reprodutibilidade que transforma a oscilação do diâmetro na medida com que calculamos o índice de distensibilidade.
Antes de seguir, vale explicar a diferença entre dois índices que costumam ser tratados como sinônimos, e não são. O índice de colapsabilidade mede o quanto a veia colaba ou colapsa na inspiração. Ele nasceu na respiração espontânea e serve para estimar a pressão do átrio direito. O índice de distensibilidade mede o quanto a veia se distende na insuflação. Ele nasceu na ventilação com pressão positiva, não estima pressão nenhuma e serve para prever se o paciente vai aumentar o débito cardíaco ao receber volume (fluidoresponsivo)3. Cenário ventilatório diferente, movimento diferente, pergunta diferente. É por isso que o primeiro não se aplica ao paciente em ventilação mecânica, como vimos na seção anterior.
A lógica é simples. Uma veia cava murcha ou com pouco volume se torna complacente: a insuflação a deforma com facilidade, e o calibre oscila bastante ao longo do ciclo ventilatório, nos dando a pista de que existe espaço para administrarmos volume. Já uma veia cava distendida é rígida: a mesma insuflação quase não a move, e a oscilação é pequena, sinalizando que possivelmente o paciente não aumente seu débito cardíaco após a administração de volume6.
Esse índice tem dois estudos fundadores, publicados no mesmo número do mesmo periódico, em 2004. Os dois foram feitos em paciente sob ventilação mecânica e os dois medem a mesma coisa: o quanto a cava se distende na insuflação. Ainda assim não são o mesmo índice. Cada um normalizou a diferença entre os diâmetros por um denominador diferente, publicou um ponto de corte diferente e batizou o resultado de um jeito diferente: Barbier chamou o dele de índice de distensibilidade, e Feissel 2004, de variação respiratória. Os dois cortes costumam ser citados como se fossem intercambiáveis. Lado a lado, como cada artigo os publica, eles não são.
| Feissel 2004 | Barbier 2004 | |
|---|---|---|
| Nome do índice no artigo original | ΔDIVC, variação respiratória do diâmetro da VCI | dIVC, índice de distensibilidade da VCI |
| Denominador | média dos dois diâmetros | diâmetro mínimo |
| Ponto de corte | 12% | 18% |
| Desempenho | VPP 93%, VPN 92% | sensibilidade 90%, especificidade 90%, área sob a curva 0,91 |
| População | 39 pacientes com choque séptico | 20 pacientes com sepse e lesão pulmonar aguda |
| Desafio volêmico | 8 mL/kg de hidroxietilamido 6% (coloide) em 20 min | 7 mL/kg de gelatina 4% (coloide) em 30 min |
| Resposta positiva | aumento do débito cardíaco de 15% ou mais | aumento do índice cardíaco de 15% ou mais |
As fórmulas, escritas lado a lado, deixam a diferença evidente:
Para o mesmo par de diâmetros, o índice de Barbier sempre dá um número maior que o de Feissel 2004, porque divide por um denominador menor. Os dois cortes não são o mesmo corte visto de ângulos diferentes: eles delimitam populações parecidas, mas não idênticas.
Onde os dois discordam, na prática
Uma cava que vai de 17,5 mm na expiração a 20,0 mm na inspiração:
Mesmo paciente, mesma imagem, mesma medida, vereditos opostos. A faixa de discordância não é teórica: ela cobre aproximadamente o intervalo de 13% a 18% no eixo de Barbier. A lição prática é curta: diga sempre qual índice você calculou, porque “variação da cava de 15%” sozinho não significa nada.
O que mudou desde 2004: a cava não decide sozinha
Os dois estudos fundadores são de 2004 e tinham 39 e 20 pacientes. Vinte anos de literatura depois, duas coisas ficaram claras, e as duas precisam entrar em qualquer leitura honesta de um índice de veia cava.
A primeira é que o desempenho agregado é menor que o dos estudos originais. Três meta-análises chegaram a números bem diferentes entre si, e todas abaixo dos 90% de sensibilidade e especificidade do Barbier.
| Meta-análise | Sensibilidade | Especificidade | Área sob a curva |
|---|---|---|---|
| Long 2017 (mista adulto e pediátrica)7 | 0,63 | 0,73 | 0,79 |
| Orso 20188 | 0,71 | 0,75 | 0,71 (IC 95% 0,46 a 0,83) |
| Kim 20229 | 0,75 | 0,83 | 0,86 |
Duas observações dessas meta-análises importam mais que os números em si. A heterogeneidade é alta nas três, e Long 2017 registra que todos os estudos incluídos preenchiam critérios de alto risco de viés, com assimetria de funil sugerindo viés de publicação a favor de estudos pequenos e positivos7. E Kim 2022 mostra a raiz do problema: entre os 28 estudos elegíveis, os pontos de corte publicados vão de 11,1% a 49%9. Não existe “o corte” da veia cava.
A segunda é que existe hoje uma posição formal de sociedade. As diretrizes de choque e monitorização hemodinâmica da European Society of Intensive Care Medicine, de 2025, trazem o statement 26: “We suggest against the use of changes in IVC diameter alone in critically ill patients to assess fluid responsiveness”10, graduado como sugestão contrária, com certeza moderada de evidência. Em tradução livre: sugere-se contra usar as variações do diâmetro da veia cava isoladamente para avaliar responsividade a volume.
A palavra que decide é isoladamente. A diretriz não proíbe o índice, não o chama de inválido e não manda trocá-lo por outra coisa. Ela recusa que um único número da cava carregue sozinho a decisão de dar ou não volume. O mesmo documento registra que, no maior estudo do campo, com 540 pacientes em falência circulatória aguda, a área sob a curva das variações da cava foi de 0,63, caindo para 0,60 nos pacientes com hipotensão e lactato alto10.
Vale notar o que a ESICM recomenda com força nesse mesmo cenário: o teste de oclusão expiratória final, como alternativa à elevação passiva das pernas no paciente ventilado sem esforço espontâneo (recomendação forte, certeza moderada)10. Já para a manobra de volume corrente, a diretriz não emite recomendação, por escassez e heterogeneidade de dados.
Na prática, nada disso apaga a veia cava do exame. Muda o peso que ela carrega: de resposta para argumento, a ser somado ao débito cardíaco, ao teste dinâmico e ao quadro clínico.
Quais parâmetros ventilatórios interferem
Esta é a parte que costuma ficar de fora da conversa, e é a que decide se os números valem. Os dois estudos foram feitos em condições ventilatórias muito específicas, e ambos dizem isso por escrito. Feissel 2004 é explícito no texto e diz que o estudo incluiu pacientes em choque séptico, em sedação profunda e ventilados com volume corrente de 8 mL/kg ou mais, e por isso o achado não se transfere diretamente para outras situações clínicas nem para o paciente em respiração espontânea6.
| Fator | O que os estudos usaram | Por que interfere |
|---|---|---|
| Volume corrente | 8 a 10 mL/kg (Feissel 2004), 8,5 ± 1,5 mL/kg (Barbier) | O volume corrente é o que gera a oscilação. Com ventilação protetora a 6 mL/kg, a variação cai por causa do ajuste do ventilador e não da volemia, o que empurra o resultado para falso negativo. Feissel 2004 escreve que o efeito de volumes menores permanece por determinar |
| Esforço respiratório do paciente | Barbier exigiu adaptação perfeita ao ventilador; Feissel 2004, sedação profunda | Um ciclo disparado pelo paciente inverte parcialmente a mecânica da insuflação. A premissa do índice deixa de valer |
| Modo ventilatório | Modo volume nos dois estudos | O índice foi validado com insuflação de volume previsível ciclo a ciclo |
| PEEP e pressão de platô | PEEP 4 ± 2 cmH2O, platô abaixo de 30 cmH2O (Barbier) | Dentro dessa faixa, Barbier não encontrou diferença de PEEP, platô ou complacência entre quem respondeu e quem não respondeu. Fora dela, não há dado: PEEP alta não foi estudada |
| Pressão intra-abdominal | Aferida em apenas 6 pacientes, discretamente elevada | Barbier declara essa como a principal limitação do uso rotineiro. Só cerca de 20% da pressão de via aérea se transmite ao abdome, então o gradiente que distende a cava depende de quanto a pressão abdominal sobe |
| Função do ventrículo direito | Disfunção de VD era critério de exclusão em Feissel 2004 | Com o ventrículo direito falhando, dar volume pode piorar, e o índice não foi validado nessa população |
| Vasoconstritores e hipertensão pulmonar importante | 14 dos 20 pacientes de Barbier usavam vasopressor | O próprio artigo levanta que ambos podem alterar a complacência da veia e, com ela, a variação medida |
| Janela subcostal | 3 dos 23 pacientes de Barbier ficaram sem janela | Obesidade e laparotomia recente inviabilizam a medida. Sem os dois diâmetros não há índice |
Vale registrar o que não está nessas fontes. Nenhum dos dois artigos declara ritmo cardíaco como critério de inclusão ou de exclusão. Arritmia é limitação clássica dos índices dinâmicos derivados da pressão de pulso, mas para a veia cava especificamente esses dois estudos são silenciosos, e atribuir a eles um critério que não publicaram é o tipo de imprecisão que se propaga sozinha.
O que fazer na prática
- Confirme o modo ventilatório antes de medir. Olhe a tela do ventilador, ou pergunte a quem ajustou: é ele que determina qual índice existe. Em pressão positiva, colapsabilidade não se calcula.
- No paciente ventilado, não estime PAD pela variação respiratória da cava. Se a PAD importa para a conta (por exemplo, para compor a pressão sistólica de artéria pulmonar), ela precisa vir de medida direta ou de estimativa informada, não da cava.
- Diga qual índice usou e qual corte aplicou. ΔDIVC de 12% e dIVC de 18% não são a mesma régua (Tabela 1).
- Olhe para o ventilador antes de dar o veredito. Volume corrente abaixo de 8 mL/kg, paciente disparando ou assincrônico, pressão intra-abdominal elevada e disfunção de ventrículo direito tiram o paciente da população em que o índice foi validado (Tabela 3).
- Nunca decida volume só pela cava. É o que a ESICM 2025 sugere por escrito10. O número da cava entra na conta junto com débito cardíaco, um teste dinâmico (elevação passiva das pernas ou oclusão expiratória final) e o quadro clínico.
- Trate o índice como um argumento, não como uma sentença. Sensibilidade e especificidade de 90% num estudo de 20 pacientes é um bom argumento a favor de dar volume, e não é um protocolo (Tabela 2).
A veia cava continua sendo uma das janelas mais rápidas e informativas da terapia intensiva. Ela só precisa ser analisada corretamente, e nunca de forma isolada.
O que o Laudofy faz por você
Nada do que foi explicado acima é difícil de entender. Difícil é lembrar de tudo isso no meio da rotina. Nosso sistema vem para auxiliar o médico com a calculadora POCUS e ajustes automáticos no fluxo de criação do laudo, quando a ventilação mecânica é marcada em um checkbox.
Na calculadora POCUS, a partir da escolha do modo ventilatório, são exibidos somente os cálculos recomendados para esse paciente na análise de fluidoresponsividade e de PAD a partir da veia cava inferior. No fluxo de criação do laudo, basta marcar o checkbox de ventilação mecânica na seção da veia cava e o sistema ajusta o restante automaticamente.

Referências
- Jue J, Chung W, Schiller NB. Does inferior vena cava size predict right atrial pressures in patients receiving mechanical ventilation? J Am Soc Echocardiogr. 1992;5(6):613-619.
- Porter TR, Shillcutt SK, Adams MS, et al. Guidelines for the Use of Echocardiography as a Monitor for Therapeutic Intervention in Adults: A Report from the American Society of Echocardiography. J Am Soc Echocardiogr. 2015;28(1):40-56.
- Barbier C, Loubières Y, Schmit C, et al. Respiratory changes in inferior vena cava diameter are helpful in predicting fluid responsiveness in ventilated septic patients. Intensive Care Med. 2004;30(9):1740-1746.
- Mukherjee M, Rudski LG, Addetia K, et al. Guidelines for the Echocardiographic Assessment of the Right Heart in Adults and Special Considerations in Pulmonary Hypertension: Recommendations from the American Society of Echocardiography. J Am Soc Echocardiogr. 2025;38:141-186.
- Rudski LG, Lai WW, Afilalo J, et al. Guidelines for the Echocardiographic Assessment of the Right Heart in Adults: A Report from the American Society of Echocardiography. J Am Soc Echocardiogr. 2010;23:685-713.
- Feissel M, Michard F, Faller JP, Teboul JL. The respiratory variation in inferior vena cava diameter as a guide to fluid therapy. Intensive Care Med. 2004;30(9):1834-1837.
- Long E, Oakley E, Duke T, Babl FE; PREDICT. Does respiratory variation in inferior vena cava diameter predict fluid responsiveness: a systematic review and meta-analysis. Shock. 2017;47(5):550-559.
- Orso D, Paoli I, Piani T, et al. Accuracy of ultrasonographic measurements of inferior vena cava to determine fluid responsiveness: a systematic review and meta-analysis. J Intensive Care Med. 2020;35(4):354-363.
- Kim DW, Chung S, Kang WS. Diagnostic accuracy of ultrasonographic respiratory variation in the inferior vena cava, subclavian vein, internal jugular vein, and femoral vein diameter to predict fluid responsiveness: a systematic review and meta-analysis. Diagnostics. 2022;12(1):49.
- Monnet X, Messina A, Greco M, et al. ESICM guidelines on circulatory shock and hemodynamic monitoring 2025. Intensive Care Med. 2025;51:1971-2012.
Newsletter Laudofy
Receba novos artigospor e-mail
Ecocardiograma, diretrizes clínicas e tecnologia para cardiologistas. Sem spam, cancele quando quiser.
Feedback do artigo
Elogio, correção ou sugestão?
Sua contribuição é importante, ajuda a manter o conteúdo atualizado e motiva nossa equipe.
Continue lendo
ecocardiogramacoração direitoCoração direito no ecocardiograma: o que muda com a diretriz ASE 2025
ecocardiogramahipertensão pulmonarHipertensão pulmonar no ecocardiograma: o que muda com a diretriz ESC/ERS 2022
ecocardiogramafunção diastólicaFunção diastólica no ecocardiograma do portador de marca-passo: o que a estimulação muda